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ID:pendura.o.jale
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Uma paciente de 47 anos chega ao pronto-socorro com dor abdominal difusa, náuseas e vômitos. À primeira vista, nada parece muito específico. Sem febre, sem sinais claros de perfuração ou inflamação e com poucas alterações no exame físico. Mas existe um detalhe que muda completamente o raciocínio: ela já havia realizado uma cirurgia bariátrica por videolaparoscopia. A partir daí, a investigação leva a uma possibilidade que pode passar despercebida: hérnia de Petersen. E um detalhe no exame de im...
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Mulher, 78 anos, internada há dois dias por infecção urinária. Ontem a frequência cardíaca estava em 78. Hoje está em 112. A pressão é 100 por 60, ela está afebril. O Cone confere o número, vê a pressão normal e a paciente afebril, anota 112 na folha e segue pro próximo leito. O Anticone para: a frequência quase dobrou num dia. Antes de seguir, quer entender por quê, se é dor, se é volume, se é algo que ainda não apareceu no resto do exame. Os dois viram o mesmo número. Ver e perguntar por q...
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Muita gente ainda trata o protetor solar como algo opcional. Mas, na prática, ele faz parte da prevenção diária. Neste corte do Penduracast, falamos sobre um ponto importante: a proteção não vale apenas para quem está na praia. A exposição acontece no dia a dia, incluindo a luz natural e, em alguns contextos, até a exposição prolongada à iluminação de ambientes como o centro cirúrgico. E tem outro erro muito comum: passar só no rosto. Você reaplica o protetor solar durante o dia ou só passa uma...
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Mulher de 28 anos, uma semana de enjoo, alguns vômitos e hoje a dor abdominal apareceu. Parece quadro de virose, né? Então bora pro Raciocina Comigo. Regra número um: mulher em idade fértil com dor abdominal ganha beta-HCG. Sempre. Antes de qualquer história bonita, essa pergunta já tem que estar na sua cabeça. Aí vêm os sinais vitais e a coisa muda de cor. Pressão de 96, taquicárdica, descorada. Isso não é enjoo, é choque, e com esse quadro fala muito mais a favor de choque hipovolêmico. Mulhe...
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Chegou um adolescente no pronto-socorro com dor forte no testículo. Duas hipóteses na cabeça: torção testicular ou orquiepididimite. Só que uma delas permite investigar com mais calma. Na outra, o relógio já começou a correr. Menino de 16 anos, previamente saudável. Há duas horas estava normal e de repente começou com dor muito intensa no testículo esquerdo, com náusea e vômito. A primeira coisa que me chama atenção é o tempo. A torção costuma ter início abrupto, com dor intensa desde o começ...
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RACIOCINA COMIGO: VOCÊ FECHARIA ESSE DIAGNÓSTICO? Paciente de 78 anos, vítima de queda da própria altura. Na avaliação inicial, um detalhe chama atenção: frequência cardíaca de 34 bpm. O que fazer agora? Antes de pensar na conduta, é preciso reconhecer o padrão. O eletro mostra que as ondas P e os complexos QRS não conversam entre si, um achado clássico de Bloqueio Atrioventricular Total (BAVT). Mas o raciocínio não para no diagnóstico. É fundamental investigar a causa da bradicardia, avaliar m...
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Idosa de 82 anos, caída, fêmur fraturado, confusa. Caso clássico de ortopedia - só que o coração dela batia a 45 por minuto. Isso não é só uma queda. É um sintoma se escondendo atrás do outro. No vídeo, ao vivo, o Igor e o Vitor cruzam a visão do cirurgião com a do clínico no mesmo caso - e mostram por que ela caiu antes de fraturar o fêmur, não o contrário. Comenta 1308 pra receber o link da nossa aula ao vivo e gratuita, dia 13/08 às 20h. Dr. Igor Arantes Góes - CRM SP 197285 / RQE 135646 e D...
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Nove noites, nove casos - do abdômen agudo vascular ao BAVT do idoso que caiu. Cada um resolvido do sintoma até a conduta. No vídeo, o resumo rápido de tudo que a gente cobriu essa semana - e o porquê disso tudo: o paciente nunca chega com o diagnóstico pronto, ele chega com sintoma, e é o caminho até a hipótese que muda o desfecho. Hoje, 13/08, às 20h, a gente fecha com o Aulão: um caso novo, ao vivo, do começo ao fim. Só entra quem já tá inscrito. Comenta 1308 pra receber o link antes da live...
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3h da manhã, plantão cheio, eu sozinho, e o paciente piorando na minha frente. A cabeça quer surtar e fazer dez coisas ao mesmo tempo. E quando você tenta fazer tudo, não faz nada. O que me segurou foi uma ordem mental treinada antes, fora do plantão: estabiliza primeiro, diagnostica depois. Chamei ajuda e fui no que ameaça primeiro (via aérea, respiração, circulação), garantindo o básico antes de ir atrás do porquê. Em emergência, conteúdo sem ordem vira ruído. Você precisa de um trilho que ro...
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Tem um momento no internato que muda você pra sempre. Quem já viveu sabe exatamente qual. É aquele instante em que tudo que você estudou por anos de repente se conecta e faz sentido. Você olha pro paciente e a teoria deixa de ser uma lista na cabeça e vira uma história que você consegue ler. E uma verdade sobre esse momento: ele não vem de PDF. Não vem de mais um resumo, mais um livro. Por mais que você acumule teoria, o encaixe não acontece na cadeira de estudo. Ele acontece no plantão. Na bei...
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Paciente entra na emergência com falta de ar, hipotensão e rash pelo corpo. Você sabe o que fazer agora? Pode ser anafilaxia, uma reação alérgica sistêmica, grave e rápida, que pode matar em pouco tempo. Os principais gatilhos são medicamento, alimento e picada de inseto. E tem um dado que liga o alerta: metade dos casos que chegam ao PS não é diagnosticada corretamente. Reconhecer cedo é o que salva. Salva esse vídeo pra fixar os sinais e marca o colega que precisa revisar o manejo da anafilax...
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Mais um caso clínico em um minuto pra você treinar o raciocínio. Homem, 25 anos, chega ao pronto-socorro com dispneia depois de atividade física intensa. Na triagem, saturação de 90%, pressão 110 por 80 e pulso de 120. O exercício aqui não é só cravar o diagnóstico. É treinar a sequência: o que você pergunta primeiro, o que você examina, o que pede. Esse é o pulo do gato do plantão. Dá o play, pausa antes da resposta e tenta conduzir o caso por conta própria. Comenta aqui o que você pensou e ma...
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Tem um momento que ninguém conta quando fala de plantão. Não é a emergência. Não é o diagnóstico difícil. É depois. Quando você entra no carro, fecha a porta e fica em silêncio. E a cabeça começa a rodar. "Será que eu fiz certo? E se aquele paciente piorar? Eu deveria ter pedido aquele exame." Isso tem nome. Chama ruminação pós-plantão. E é uma das experiências mais comuns e menos faladas na formação médica. A gente aprende protocolo, conduta, medicação. Ninguém ensina o que fazer com esse silê...
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Se você entrou na medicina com um sonho e chegou no internato sem saber o que fazer diante de um paciente real, é por isso que o problema não é você (e o que ninguém ensinou). Movimento Anticone! A gente cansou de ver interno bom travando. Não o preguiçoso. O dedicado. O que estudou, se esforçou e chegou no PS sem o mais importante: método de raciocínio clínico e preparo emocional real. 97% dos estudantes de medicina têm síndrome do impostor. 17% dos eventos adversos na medicina são por falha d...
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17% dos eventos adversos na medicina são causados por falha de raciocínio clínico. Não é incompetência. Não é negligência. É falta de método de pensamento estruturado. O médico sabia a farmacologia, sabia o protocolo. Mas na hora de juntar tudo e tomar uma decisão com pressão, com tempo, com paciente real... o processo falhou. Isso acontece porque a faculdade ensina conteúdo. Mas entre conteúdo e decisão existe um passo que não é ensinado formalmente: como raciocinar sob pressão. Como montar hi...
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Se você acha que os médicos calmos no PS nasceram assim, é por isso que você ainda está esperando a coragem aparecer (e ela não vem sem o que vem antes). Calma é subproduto de método Não é sangue frio. Não é personalidade. É que o médico experiente tem um roteiro. Quando o processo mental está treinado, o caos externo não invade o raciocínio interno. O monitor beepando, a equipe esperando, o familiar na porta. Ele continua executando o método. Um entra no caos e paralisa. O outro entra no caos ...
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Se você gabarita prova e congela no plantão, é por isso que nota alta não prepara para o PS (e ninguém avisa). A habilidade que falta é: Raciocínio Clínico. Prova e plantão testam coisas diferentes. Na prova, o quadro já está montado. Você reconhece, marca, acerta. No plantão, não tem alternativa. Tem um paciente com dados incompletos e você precisa construir o raciocínio do zero. Reconhecer padrão é uma habilidade. Pensar clinicamente é outra. A faculdade treina a primeira. O plantão exige a s...
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É TRAIÇÃO TER UM “CASO” COM IA? Com o avanço da tecnologia, muita gente começou a criar vínculos emocionais com inteligências artificiais. Conversas frequentes, desabafos, companhia… mas até que ponto isso ultrapassa um limite? IA pode ser ferramenta, apoio ou entretenimento. Mas relacionamentos verdadeiros continuam sendo construídos entre pessoas. E você, o que acha desse assunto? Você considera que isso pode ser uma forma de traição? Comenta aqui.
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⚠️ Atualização: este vídeo foi gravado antes da última edição do ATLS. O protocolo atual segue o XABCDE (com controle de hemorragia exsanguinante como prioridade). Se você tentar entender o caso antes de agir, é por isso que pacientes graves te dão branco (e ninguém avisa). A regra é: Inverter a lógica da faculdade. Quando chega um trauma grave na sua frente, ninguém pensa em sentar e perguntar o histórico familiar. Você vai direto no XABCDE. Mas é exatamente na transição entre essas duas reali...
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POR QUE ESCOLHER A ESPECIALIDADE DE MASTOLOGIA? No 16° episódio de Conhecendo a Especialidade, o Isaque bate um papo com o Dr. João Pedro sobre a Mastologia. Eles falam sobre os principais desafios, a maior vantagem dessa especialidade e o tipo de perfil que combina com quem quer seguir esse caminho. Já pensou em se especializar nessa área? Deixa aqui nos comentários!
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