1.3K
Followers
15
Following
11.6K
Likes
ID:odisseia.gourmet.Male
Chef Thiago “Shinobi”, nerd e gastrônomo Comida não é só receita ou prato bonito. É história, ciência, cultura e identidade. 🇧🇷🌎🍽️ Sigam nas outras redes: https://linktr.ee/odisseia.gourmet
Follow
All playlists · Total 78
6
As mesas de Roraima #1 — As camadas da comida Roraima é o estado mais indígena do Brasil, e a comida muda conforme o chão. Todos partem da mandioca brava, base de beiju, farinha, tucupi e caxiri. Daí cada povo pega o que a terra dá: quem é da serra, quem é da floresta e quem é do lavrado come diferente. Uma raiz só, muitas mesas. Episódios completos no YouTube: @odisseia.gourmet #Roraima #PovosOriginários #OdisseiaGourmet
3
O lado obscuro da comida #Final — A indústria bovina brasileira A gente se escandaliza com pato francês e tubarão do outro lado do mundo. Mas o prato que junta os 3 piores problemas está no churrasco de domingo. A carne bovina lidera a lista suja do trabalho escravo, vira desmatamento na Amazônia e ainda carrega o sofrimento animal. Não é sobre largar o churrasco. É sobre saber. Episódios completos no YouTube: @odisseia.gourmet.oficial #CarneBovina #Churrasco #OdisseiaGourmet
4
Cozinha Profissional: História do Restaurante #1 — A história não contada Todo curso ensina que o restaurante nasceu em Paris, 1765, com um sujeito chamado Boulanger processado por vender sopa. Rebecca Spang foi atrás desse processo. Arquivo judicial, de polícia, de corporação. Não achou nada. Nem o Boulanger, nem o processo. Episódios completos no YouTube: @odisseia.gourmet #CozinhaProfissional #OdisseiaGourmet
5
O lado obscuro da comida II #1 — Sannakji e o polvo Existe um prato em que o polvo chega à mesa ainda se mexendo. Os pedaços se contorcem e as ventosas grudam na garganta. É o sannakji. E o polvo é um dos bichos mais inteligentes e sensíveis do mar. Episódios completos no YouTube: @odisseia.gourmet.oficial #Polvo #Sannakji #OdisseiaGourmet
6
Frutas do Brasil: Cupuaçu #1 — O primo do chocolate O cupuaçu é da mesma família do cacau: mesmo gênero científico, o Theobroma, o "alimento dos deuses". E o nome já entrega. Em tupi, cupuaçu quer dizer "cacau grande". Só que no cacau o mundo quis a semente, e no cupuaçu o Brasil abraçou a polpa. Aquela branca, ácida, absurdamente aromática, que vira sorvete, creme e bombom no Norte inteiro. Episódios completos no YouTube: @odisseia.gourmet.oficial #Cupuaçu #Amazônia #OdisseiaGourmet
6
Série Brasil: Roraima #1 — Lavrado: A savana escondida No meio da Amazônia tem uma savana do tamanho de um país pequeno: o lavrado de Roraima. Campo aberto, capim dourado, quase sem árvore. Todo mundo jura que é cerrado. A ciência olhou de perto e mostrou que não é: é savana amazônica, parente das savanas do norte da Amazônia. E é ela que faz Roraima comer boi num Norte que o Brasil imagina só comendo peixe. Episódios completos no YouTube: @odisseia.gourmet #Roraima #Lavrado #OdisseiaGourmet
5
O lado obscuro da comida #1 — Foie Gras: O fígado doente Em julho de 2026 o Brasil proibiu um prato por lei: o foie gras. O motivo? Pra fazer, você precisa deixar um animal doente de propósito. Enfiam um tubo na garganta do pato e despejam comida à força até o fígado inchar dez vezes. Mas o foie gras é só o começo. Tem muito sofrimento escondido na sua comida. Episódios completos no YouTube: @odisseia.gourmet.oficial #FoieGras #ÉticaAlimentar #OdisseiaGourmet
6
Amazonas na Mesa #1 — A costela de Peixe Existe um churrasco de costela no Amazonas que não tem nada de boi. A costela é de peixe: tambaqui. E vem larga, carnuda, do tamanho de uma costela de porco. Mas o mais doido é que ela é nova. O tambaqui de hoje quase sempre é de tanque, não de rio. É o peixe nativo mais criado do Brasil, só perde pra tilápia. E a costela de bar nasceu dessa criação. Não é receita de trezentos anos. É coisa dos últimos tempos.
6
O Guaraná dos Sateré-Mawé #1 — A roda de çapó Existe uma bebida que decide o futuro de um povo, e ela é amarga. É o çapó, dos Sateré-Mawé: bastão de guaraná ralado na água, sem açúcar, sem gás. A cuia gira na roda e, enquanto ela passa, a palavra passa junto. É ali que a comunidade resolve briga, decide o rumo da terra e fecha acordo. A semente tem três vezes mais cafeína que o café. A química ajuda o ritual. Episódios completos no YouTube: @odisseia.gourmet.oficial #Guaraná #SateréMawé
6
Série Brasil: Amazonas #1 — O estado das três águas No Amazonas, a cor da água decide o que vai pro prato. E são três. A branca do Solimões, barrenta e fértil, cheia de peixe gordo. A preta do Rio Negro, ácida e escura, que dá o peixe cardinal que enfeita aquário no mundo todo. E a clara, transparente. Não existe uma cozinha amazonense só. Existe a mesa de cada água. Episódios completos no YouTube: @odisseia.gourmet.oficial #Amazonas #EncontroDasÁguas #OdisseiaGourmet
5
Copa do Mundo Gastronômica IV #1 — Suiça e o Chocolate Proibido O chocolate mais suíço do mundo foi proibido de usar a cara suíça. O Toblerone, criado em Berna em 1908, tinha o Matterhorn na embalagem — e um urso escondido dentro da montanha. Em 2023, a dona da marca levou parte da produção pra Eslováquia, e a lei suíça da suissidade proíbe símbolo nacional em produto feito fora. Saiu a montanha. E o "da Suíça" virou "estabelecido na Suíça".
4
Copa do Mundo Gastronômica #Final — Sushi à brasileira O sushi que o brasileiro mais ama, o japonês não reconhece. Cream cheese, manga, Nutella, hot roll frito — nada disso existe no Japão. E o rodízio japonês? Invenção brasileira. Mas isso não é estragar o sushi: quando um país reconstrói uma comida com a própria cara, ela vira dele. O Brasil pegou Marrocos, Haiti, Escócia e Japão na Copa — e já tinha comido os quatro. Episódios completos no YouTube: @odisseia.gourmet.oficial #Sushi #Culinar
5
Copa do Mundo Gastronômica III #1 — A França e o Croissant O croissant, o símbolo mais francês que existe, não é francês. Ele nasceu em Viena, na Áustria, como um pão chamado kipferl. Um imigrante austríaco, August Zang, levou pra Paris em 1839, e os franceses fizeram a única coisa que é deles nessa história: aplicaram a massa folhada. Até hoje os franceses chamam essa família de pães de "viennoiserie" — coisas de Viena. O nome entrega a origem.
5
Copa do Mundo Gastronômica II #1 — Noruega e o Bacalhau O bacalhau da ceia não é português — é norueguês. Portugal não tem esse peixe nas próprias águas: ele vive no Atlântico Norte gelado, e a Noruega seca bacalhau desde a era viking. Portugal construiu uma cozinha inteira em cima de um peixe que compra do norte, e o Brasil herdou o bacalhau da ceia. Detalhe: o Brasil acabou de cair na Copa justamente pra Noruega. Episódios completos no YouTube: @odisseia.gourmet.oficial #Bacalhau #Copa
6
Série Brasil: Chambari Tocantinense #1 — O corte que ninguém queria O prato mais tocantinense é feito do pedaço que o açougue joga fora: a perna dura com osso, o mesmo corte do ossobuco. Cozido horas até virar manteiga, virou patrimônio na lei. E dentro da panela não tem um prato: tem três povos. Esse é o chambari. Episódios completos no YouTube: @odisseia.gourmet.oficial #Chambari #Tocantins #OdisseiaGourmet
5
Copa do Mundo Gastronômica #1 — Marrocos e o purismo do Cuscuz O cuscuz de verdade não existe — nem no Magrebe, que inventou o prato. Tem cuscuz de trigo e de cevada, cozido no vapor ou direto no caldo, igual ao berkoukes. Em 2020, quatro países que brigavam pela paternidade (Argélia, Mauritânia, Marrocos e Tunísia) registraram o cuscuz juntos na UNESCO, sem fixar uma receita. Se nem lá tem um cuscuz só, brigar pra eleger o nosso é briga sem dono.
6
Série Brasil: Tocantins #1 — O estado mais novo do Brasil O estado mais novo do Brasil carrega a fama de não ter cozinha própria. Mentira: ele fica em cima do que o MMA chama de savana mais rica do mundo. Aqui o cerrado é dono da casa pela primeira vez na série, com pequi, baru e buriti. Episódios completos no YouTube: @odisseia.gourmet.oficial #Tocantins #Cerrado #OdisseiaGourmet
6
Festa Junina: Doces, Frutas E Brinde #1 — O arroz doce viajante Você acha que arroz doce é da vó brasileira. Mas é dos doces mais universais que existe: kheer na Índia, sholezard na Pérsia, arroz con leche, riz au lait. O grão viajou da Ásia pro mundo, e cozinhar ele doce no leite foi junto. O nosso veio por Portugal, com canela por cima. Episódios completos no YouTube: @odisseia.gourmet.oficial #ArrozDoce #FestaJunina #OdisseiaGourmet
6
Salgados do Arraial #1 — Comidas salgadas que sustentam O São João que você lembra é doce. Mas o que segurava a festa era o salgado: comida de quem trabalhava a roça o ano todo. Cuscuz, feijão, caldo, raiz cozida — refeição de sustento, não petisco. O doce era o luxo do fim. O salgado era o chão. Episódios completos no YouTube: @odisseia.gourmet.oficial #FestaJunina #SãoJoão #OdisseiaGourmet
6
Festa Junina: Mandioca e Coco #1 — O que nasceu aqui e o que chegou Metade da mesa doce do São João sai de uma raiz que o índio domou: a mandioca, e a goma e a tapioca. A outra metade sai do coco — que nem brasileiro é. Veio da Ásia, deu a volta pela África e desembarcou na Bahia em 1553, com os portugueses. Episódios completos no YouTube: @odisseia.gourmet.oficial #FestaJunina #Coco #OdisseiaGourmet
like
24
like
18
like
38
like
37
like
24
like
29
like
47
like
32
like
28
like
17
like
51
like
9
like
30
like
44
like
44
like
15
like
22
like
24
like
9
like
26
Loading
kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai kwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwaikwai