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ID:drbrenogomes.Homme
Médico formado pela Universidade Estadual de MS 🦴MR Ortopedia e Traumatologia - HGE 💉Infiltrações 🏥CRM/AL 10521
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No vídeo, o paciente apoia o peso na perna com pseudoartrose e a deformidade fica visível durante o apoio, com movimentação anormal do osso. A pseudoartrose acontece quando a fratura não consolida entre 6 e 9 meses e o osso passa a se comportar como uma falsa articulação, causando instabilidade e dor. Principais riscos • fratura instável • infecção • tabagismo • apoio antes do tempo correto Na maioria dos casos, o tratamento é cirúrgico, com nova estabilização do osso e reabilitação.
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A pseudoartrose é uma complicação da fratura em que o osso simplesmente não consegue cicatrizar. Na prática, a fratura permanece aberta e passa a se comportar como uma falsa articulação. Ela costuma ser considerada quando não há consolidação após cerca de 6 a 9 meses do trauma. É mais frequente nos ossos da perna, principalmente na tíbia, por causa da menor vascularização e da alta carga sobre o membro. 👨‍⚕️ Os fatores mais associados são instabilidade da fratura, imobilização inadequada
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A deformidade desse braço não é detalhe estético. É sinal de ruptura do tendão do bíceps. ⚠️ Quando o tendão se rompe, o músculo se retrai e forma esse aspecto em “bola”, conhecido como sinal de Popeye. É mais comum após esforço súbito, levantamento de peso ou movimento inesperado, principalmente em homens acima dos 40 anos. O que costuma acompanhar essa lesão • estalo ou dor intensa no momento • mudança visível no formato do braço • perda de força para flexionar e girar o antebraço • fadiga
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No vídeo, o rapaz usa uma garrafa apoiada na axila para fazer uma alavanca e tentar reduzir a própria luxação de ombro. Consegue colocar de volta, mas isso envolve riscos importantes. A luxação glenoumeral acontece quando a cabeça do úmero sai da cavidade da escápula, geralmente após queda, trauma ou movimento forçado. Além do deslocamento do osso, podem ocorrer lesões em ligamentos, cápsula, tendões, cartilagem e até nervos. Forçar a redução sem avaliação pode causar • fraturas associadas
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No vídeo, o tornozelo apresenta deformidade evidente causada por uma fratura trimaleolar, uma das fraturas mais graves dessa articulação. A fratura trimaleolar envolve três estruturas ao mesmo tempo: o maléolo medial, o maléolo lateral e o maléolo posterior da tíbia. A radiografia confirma a perda do alinhamento da articulação e mostra por que o tornozelo perde completamente a estabilidade. Nesses casos, não é apenas “um osso quebrado”, é uma articulação inteira comprometida.
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No vídeo, o ombro está fora do lugar e a redução é feita fora de ambiente médico. Apesar de parecer que “deu certo”, esse tipo de conduta é arriscada. A luxação glenoumeral acontece quando a cabeça do úmero sai da articulação após queda ou trauma. Além do deslocamento do osso, podem existir lesões em nervos, ligamentos e até fraturas associadas. Reduzir o ombro sem técnica e sem exames pode causar: • fraturas do úmero ou da glenoide • lesão do nervo axilar • aumento da instabilidade do ombro
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A ruptura do tendão de Aquiles acontece em um único instante, geralmente durante um movimento explosivo como salto, arrancada ou mudança brusca de direção. Nesse momento, o músculo da panturrilha se contrai com força máxima enquanto o pé está apoiado no chão. O tendão não consegue acompanhar essa carga súbita e se rompe, mesmo sem contato direto ou queda. Os sinais mais comuns são: • sensação de pedrada ou chute na panturrilha • estalo no momento da lesão • dor súbita seguida de perda de força
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A ruptura do tendão de Aquiles é uma das lesões mais temidas no esporte, especialmente entre atletas que dependem de explosão, salto e mudanças rápidas de direção. O tendão de Aquiles é o mais forte do corpo humano e conecta a panturrilha ao calcanhar. Ele é essencial para correr, saltar e acelerar. Quando rompe, o atleta costuma relatar sensação de “pedrada” na panturrilha, estalo audível, dor súbita e perda imediata de força para ficar na ponta do pé.
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Durante o agachamento, a força deveria ser absorvida principalmente pelo quadril e pelas pernas. Quando existe falha técnica, desequilíbrio ou excesso de carga, parte desse estresse é transferida de forma anormal para os membros superiores. Para tentar estabilizar o corpo, o braço entra em contração máxima. A associação de rotação do tronco, força muscular súbita e sobrecarga pode gerar uma fratura diafisária do úmero, mesmo sem queda ou impacto direto. Esse tipo de fratura na academia está re
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Um metal transfixando a ponta do polegar não é apenas um ferimento simples. No vídeo, o trabalhador tenta retirar o objeto ainda no local do acidente, o que aumenta muito o risco de complicações. A ponta do polegar concentra nervos, vasos, tendões e o osso da falange distal em um espaço pequeno. Quando um corpo metálico atravessa essa região, podem ocorrer: • infecção profunda e osteomielite • lesão de nervos com perda de sensibilidade • lesão de tendões com limitação de movimento • fratura
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Na queda de braço, o mecanismo da lesão não é impacto. É rotação. O braço fica fixo enquanto o tronco gira com força máxima. Essa oposição cria um estresse rotacional intenso no úmero. Quando o osso não suporta essa torção, ocorre a fratura diafisária, geralmente em espiral, mesmo sem queda ou contato direto. Esse tipo de fratura acontece pela combinação de: • braço fixo e travado • contração muscular máxima • rotação brusca do tronco • força aplicada acima do limite do osso
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Em quedas simples, como escorregar em piso molhado, o maior risco no idoso é a fratura do fêmur proximal, especialmente do colo do fêmur. É uma lesão grave, com impacto direto na sobrevida e na independência funcional. Esse tipo de fratura acontece porque o osso já está fragilizado por osteoporose e envelhecimento. Muitas vezes o paciente não consegue levantar, apoiar a perna ou caminhar após a queda.
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Fraturas da tíbia e da fíbula estão entre as lesões mais graves dos esportes de luta — e o caso do Anderson Silva, que fraturou a perna em um chute, é um exemplo clássico de como um movimento mal encaixado pode gerar um trauma devastador. ⚠️ O que acontece? Durante o impacto, a força do golpe é transmitida diretamente pela perna. Se o contato for contra uma região rígida (como o osso do oponente), a energia pode ultrapassar a resistência óssea, levando à fratura dos ossos.
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Entorses são uma das lesões esportivas mais comuns — e também das mais subestimadas. Muitas vezes, o atleta sente dor, inchaço e instabilidade, mas ignora os sinais e volta a treinar cedo demais. 🏃‍♂️ Durante uma entorse, os ligamentos podem esticar ou até romper, comprometendo a estabilidade da articulação. Se não tratada adequadamente, a lesão pode evoluir para dor crônica, instabilidade permanente e até artrose precoce. 💡 Dica de ouro: ✅ Nunca subestime uma entorse. ✅ Aplique gelo e eleve
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O vídeo mostra uma luxação de joelho, uma lesão grave e dolorosa que acontece quando o osso da coxa (fêmur) se desloca em relação à tíbia após um trauma intenso. Esse tipo de lesão pode romper ligamentos, vasos e nervos, exigindo atendimento médico imediato e, muitas vezes, cirurgia reconstrutiva. 🚨 É bem diferente de uma “entorse comum” — aqui, há instabilidade real da articulação e risco de comprometimento circulatório do membro.
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Fraturas nos membros inferiores são comuns em esportes de contato como o futebol ⚽ — principalmente por impactos diretos, torções bruscas ou quedas mal amortecidas. O problema vai além da dor: pode comprometer articulações, ligamentos e até afastar o atleta das atividades por meses. ⚠️ Principais riscos: 🔹 Fraturas de tíbia, fíbula ou tornozelo 🔹 Comprometimento articular e ligamentar 🔹 Necessidade de cirurgia em casos graves 💡 Dicas para reduzir o risco: ✅ Fortalecimento muscular regular
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Uma execução errada na academia pode custar meses fora dos treinos — e a ruptura do Ligamento Cruzado Anterior (LCA) é um dos exemplos mais comuns. Essa lesão ocorre quando há uma torção ou movimento brusco do joelho, especialmente durante agachamentos, saltos ou mudanças rápidas de direção. Muitos atletas e praticantes de musculação acabam lesionando o LCA por falta de técnica, supervisão ou controle da carga. ⚠️ Sinais clássicos: • Estalo súbito no joelho • Dor intensa e inchaço imediato
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😬 Parece cena de comédia, mas quem já teve fratura no tornozelo sabe: a dor é tudo, menos engraçada. ⠀ Essas fraturas costumam acontecer após torções, quedas ou impactos diretos, e mesmo um toque leve pode causar dor intensa, por causa da instabilidade e do inchaço local. ⠀ ⚠️ O que muita gente não sabe: se mal tratadas, podem deixar sequelas sérias, como deformidades, dor crônica e limitação para andar. ⠀ 💡 Por isso, o cuidado no transporte e manuseio é essencial — cada movimento errado pode
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Queda de braço que terminou em fratura real. 😳 Durante a queda de braço, a força de torção no úmero ultrapassou o limite do osso… e ele simplesmente fraturou. ⚠️ Esse tipo de lesão é mais comum do que parece — chamada de fratura espiral do úmero, típica de força rotacional súbita durante competições ou “brincadeiras de braço”. 🦴 O osso não quebra por falta de força, mas por excesso de alavanca e rotação, quando o cotovelo está fixo e o ombro faz força contrária.
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Nem sempre é preciso um grande impacto para uma fratura acontecer. Em alguns casos, o osso já está enfraquecido por sobrecarga, fadiga repetitiva ou até por doenças que comprometem sua estrutura — é o que chamamos de fratura patológica. 🏋️‍♀️ No vídeo, o esforço intenso durante o treino provocou a fratura do osso do braço (úmero), mostrando como até um movimento comum pode se tornar perigoso quando há desequilíbrio entre força e preparo.
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