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ID:cortesdolaiola.
🌐 Defesa da Segurança Pública e Causa Animal 🎙️ Reacts e cortes com o Deputado Federal Delegado Matheus Laiola 🐾 Junte-se a nós. https://bit.ly/ABAIXOASSINADOTRAÇÃOANIMAL
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Já imaginou chegar em uma ocorrência de maus-tratos e não poder resgatar o animal na hora? Ter que esperar minutos ou até horas por um veterinário enquanto o animal agoniza. Quantas vidas seriam perdidas nesse tempo de espera? Pois alguém tentou transformar esse absurdo em lei. Além de lutar por avanços na causa animal, também precisamos barrar projetos que só atrasam e colocam vidas em risco. Você sabia que lutamos diariamente contra retrocessos?
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QUEM MALTRATA UM ANIMAL, PRECISA DE PUNIÇÃO! O delegado Matheus Laiola e a psicóloga Maria Rafart comentam sobre o caso do cão Orelha, que foi violentamente espancado por um grupo de adolescentes em Florianópolis (SC). Crimes contra animais são o princípio de uma violência que pode e provavelmente irá tomar proporções muito maiores. Seguiremos lutando por justiça pelo Orelha. Queremos a internação dos adolescentes envolvidos no crime (punição máxima prevista no ECA).
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Quando a violência parte de adolescentes, a pergunta que precisa ser feita não é só o que fizeram, mas como chegaram até esse ponto. No vídeo, o delegado Matheus Laiola e a psicóloga Maria Rafart ( @honresuasescolhas ) analisam o caso do cão Orelha e explicam por que comportamentos cruéis não surgem do nada. A infância, a criação e as referências moldam diretamente o adulto que aquela criança vai se tornar. Ignorar isso é permitir que o ciclo continue.
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Anos de segurança pública ensinam que viver só para trabalhar cobra um preço alto. Muita gente entra no modo automático, sobrevive, produz e entrega resultados, mas se esquece de viver. Estudo, dedicação e trabalho duro são fundamentais, mas não sustentam ninguém sozinhos. Cuidar da saúde mental, construir boas amizades, aproveitar a família e ter momentos de lazer não é fraqueza. É o que permite continuar firme ao longo do tempo.
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Um cão acorrentado, com o corpo tomado por lesões, sem cuidado, sem dignidade, sem o mínimo respeito pela vida. Isso não é falta de informação. É escolha. Maus-tratos não começam no tapa. Começam no descaso diário, na corrente curta, na dor ignorada, na negligência constante. Esse cão foi resgatado porque alguém denunciou. Quantos ainda estão sofrendo assim, invisíveis, porque ninguém denuncia?
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No vídeo, o delegado explica algo que muita gente ainda não entende na prática: nem toda ocorrência é, de fato, um resgate. Existem situações que exigem intervenção imediata, mas também há casos em que a solução vem pela análise técnica, pela orientação correta e pela correção de conduta. Saber diferenciar é o que garante justiça, evita acusações precipitadas e permite que a equipe esteja disponível para quem realmente corre risco. Orientar também é proteger, você concorda?
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Ela nunca planejou atuar na Delegacia da Mulher. Chegou por circunstância, sem imaginar o impacto que aquele trabalho teria. Ao entrar, estudou, se aprofundou e passou a compreender a complexidade da violência contra a mulher. O que começou como destino virou propósito. Hoje, a Delegada Fernanda Moretzsohn atua diariamente na defesa das mulheres e leva esse conhecimento para além da delegacia, por meio de palestras e orientação, fortalecendo a prevenção, informação e proteção.
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O delegado Guilherme Rangel faz um alerta duro e necessário. O Brasil é um dos poucos países que romantiza o crime, transforma traficantes em ídolos e ainda trata criminosos como vítimas. Enquanto a legislação seguir branda e a mentalidade não mudar, a sensação de impunidade continua alimentando o caos. Em conversa com o deputado Matheus Laiola, o recado é claro: não existe justiça possível quando o criminoso vira coitado e a vítima é esquecida.
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Recebemos a denúncia de que uma rinha de galos iria acontecer. Ao chegar no local, a informação se confirmou. Os animais estavam brigando naquele exato momento. Um cenário de crueldade, sofrimento e exploração para lucro. Todos os galos foram resgatados, os responsáveis foram presos e a estrutura usada no crime foi completamente destruída. Rinha é crime e não será tratada como espetáculo. Até quando as pessoas vão insistir em lucrar com a dor dos animais?
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No vídeo, Delegado Matheus Laiola e Delegado Fábio Amaro abordam um ponto sensível e decisivo no combate à violência doméstica. Em casos de denúncia de agressão, mesmo quando ainda não há provas conclusivas, a prioridade é proteger a possível vítima. Manter o suspeito em liberdade pode custar uma vida. Você concorda que, nesses casos, a prevenção deve vir antes de qualquer risco?
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No vídeo, o Delegado Guilherme Rangel relata a experiência que teve em Chicago ao conhecer de perto a chamada muralha digital: um sistema com milhares de câmeras, reconhecimento facial, leitura de objetos e monitoramento em tempo real. Tecnologia aplicada diretamente à segurança pública, com inteligência, integração e resposta rápida. Não é ficção científica, é realidade em grandes centros que decidiram investir em prevenção e eficiência.
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Abandonar é uma das piores formas de crueldade. E isso aconteceu em Piraquara (PR). O tutor foi embora e abandonou dois cães trancados dentro da casa, sozinhos. Vizinhos jogavam comida por cima do muro para tentar manter eles vivos. Quando chegamos ao local, foi necessário arrombar e entrar. Em situação de flagrante de maus-tratos, não é exigida ordem judicial para salvar os animais. A cena era clara. Dois cães magros, sozinhos e completamente negligenciados.
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No vídeo, o delegado Matheus Laiola relembra a época em que atuava como delegado no interior. Ele chegou a ser responsável por várias comarcas, que são regiões definidas pela Justiça. Em determinado período, ele acumulou a responsabilidade por 19 cidades no Sudoeste do Paraná. Era investigação, atendimento, audiência, diligência e resolução de conflitos, tudo ao mesmo tempo. Você já imaginou que um delegado pudesse ser responsável por tantas cidades ao mesmo tempo?
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No vídeo, o Delegado Matheus Laiola deixa um recado direto: a participação da população é decisiva para o sucesso das investigações. Informações repassadas, mesmo de forma anônima, já ajudaram a esclarecer inúmeros crimes e a chegar a responsáveis que pareciam invisíveis. Nenhuma denúncia é pequena quando se pode evitar um crime, interromper uma violência ou salvar uma vida. Polícia e sociedade não caminham separadas.
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Não era o dia de sorte dele. Um homem foi levado à delegacia porque o RG que apresentou em uma abordagem estava com mandado de prisão em aberto. Ao falar com o Delegado Matheus Laiola, confessou que havia falsificado o documento e alegou que não sabia do mandado, já que não era dele. O resultado? Foi preso da mesma forma pela falsificação. Coincidência ou destino? #CortesDoLaiola #DelegadoMatheusLaiola #SegurançaPública
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Reclamar só na internet na maioria das vezes não resolve. O delegado Matheus Laiola lembra: sem denúncia, a polícia não tem como agir. Se você vê um crime e não formaliza a denúncia, é difícil a polícia tomar conhecimento e a tendência é o crime não ser elucidado- hoje em dia você consegue fazer a denúncia pelo telefone celular, de maneira anônima- aqui no Paraná é só ligar para o numeral telefônico 190 e você consegue efetuar uma denúncia.
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No vídeo, os delegados Matheus Laiola pergunta a Fábio Amaro o que ele pensa sobre delegados começarem a carreira no interior, fazendo de tudo na Delegacia. A resposta é direta: essa vivência é uma escola. No interior, o delegado vira clínica geral da polícia. Aprende na prática, resolve de tudo e encara a realidade sem filtro. O próprio Delegado Matheus já passou por isso. Atuou no interior, acumulou funções e ganhou experiência de verdade. E é assim que se forma um bom delegado.
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Na rotina policial, muitas vezes é preciso decidir no escuro. O delegado Guilherme relembra um caso em que precisou agir com cautela: havia um suspeito, mas nenhuma prova, nenhum corpo. Em vez de prender por instinto, ele escolheu investigar mais, e essa decisão mudou tudo. Foram horas de busca até encontrar o corpo da vítima e garantir que o criminoso fosse preso. Quantas injustiças seriam evitadas se todos tivessem o mesmo compromisso com a verdade?
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No vídeo, o delegado Matheus Laiola explica como a legislação evoluiu e por que, hoje, maus-tratos dão cadeia de verdade. Ele lembra um caso de uma rinha de galos em que os responsáveis, alguns senhores de idade, ficaram indignados por terem sido presos. Diziam que antes só assinavam um papel e iam pra casa. Pois é, esse tempo está acabando. Quando a lei mudou, mudou pra valer. Quem explora, tortura ou participa de crueldade não ganha mais tapinha nas costas. Responde perante a Justiça.
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Muita gente tem vergonha de admitir que caiu em um golpe. Por isso, inventa histórias, diz que foi roubada ou até cria versões diferentes do fato. Mas a verdade é simples: qualquer pessoa pode ser vítima. Os criminosos estão cada vez mais criativos, e a única forma de se proteger é desconfiar, sempre. Desconfie de ofertas boas demais, de mensagens pedindo dinheiro e de promessas de retorno fácil. Golpista não tem cara, tem método.
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