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O JORNALISMO EM DEFESA DA AMAZÔNIA @AMAZONIANOAR
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O extravasamento de lama da Vale em Congonhas (MG) não é um caso isolado. Ele faz parte de um padrão de negligência que já deixou centenas de mortos em Mariana e Brumadinho e que, na Amazônia, se traduz em contaminação silenciosa de rios e povos indígenas. No Pará, estudos apontam metais pesados no corpo de crianças Xikrin, com a “assinatura química” da mineradora. Enquanto lucra bilhões e vende uma imagem “verde”, a Vale segue sem responder criminalmente por seus crimes. #AmazôniaNoAr #Vale #M
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Um cachorro foi salvo por militares do Exército após ser atacado por uma sucuri de cerca de três metros dentro do 53º Batalhão de Infantaria de Selva, em Itaituba, no sudoeste do Pará. O caso aconteceu em uma área próxima à mata e foi registrado em vídeo. A cobra estava enrolada no animal, que ficou imobilizado. Com ação rápida, os militares arrastaram a sucuri até uma área asfaltada e conseguiram fazer o réptil soltar o cachorro.
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DRAGAGEM RIO TAPAJÓS Indígenas que ocupam a área da Cargill participaram, ontem (domingo), de uma reunião mediada pelo MPF, no quarto dia de mobilização em defesa do território e do Rio Tapajós. Mesmo com a presença de órgãos do Governo Federal, como o DNIT, não houve respostas concretas sobre a dragagem do rio, denunciada pelos povos como uma obra que atende grandes interesses econômicos, e não as comunidades indígenas.
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Na última terça-feira (10), foi publicada no Diário Oficial do Município uma lei sancionada pela Prefeitura de Belém que reorganiza os cargos da administração direta e redefine como passa a ser formada a carreira do Magistério municipal. Entre as mudanças, 34 cargos entraram em regime de extinção, e o de pedagogo está nessa lista. Importante: isso não significa demissão. Quem já ocupa esses cargos continua trabalhando normalmente e mantém seus direitos.
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12 DIA DE OCUPAÇÃO Nesta segunda-feira, 2 de fevereiro, a ocupação na Cargill, em Santarém, completa 12 dias. A manhã começou com ritual coletivo reunindo os 14 povos do Baixo Tapajós, na presença dos encantados, fortalecendo a luta com espiritualidade, união e resistência. É a defesa do território, da ancestralidade e da vida que mantém esse movimento de pé. 📹 Reprodução: @akaua_arapiun @pivide_kumaru @_ari_maytapu_ #AmazôniaNoAr
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ESCOLAS INDIGENAS O Novo PAC vai construir 117 escolas indígenas no Brasil para melhorar a infraestrutura da educação em comunidades tradicionais. No Pará, estão previstas 7 unidades. Os projetos respeitam a realidade de cada povo, considerando território, cultura e número de alunos. A seleção priorizou locais com falta de estrutura, vulnerabilidade social e organização dos Territórios Etnoeducacionais. As obras serão feitas em parceria entre Governo Federal e estados. #AmazôniaNoAr #Pac #Par
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A mãe de uma adolescente denuncia uma escola particular na Av. João Paulo II, em Belém, por omissão diante de relatos de 4bus0 praticado por um adolescente de 16 anos. A mãe da menina de apenas 13 anos anos denuncia que a filha teria sofrido episódios de 4bus0 desde 2024 e que a instituição não teria adotado as medidas prometidas. Após um conflito recente, a jovem e a irmã foram desligadas da escola. O caso foi registrado na polícia e é investigado. #AmazôniaNoAr
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32 DIAS DE OCUPAÇÃO Após 32 dias de ocupação no terminal da Cargill, em Santarém, lideranças indígenas do Baixo Tapajós devem se reunir em Brasília nesta segunda-feira (23) com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, e com a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara. Segundo publicação de Boulos nas redes sociais, o Governo Federal reconhece a legitimidade da mobilização e afirma que aposta no diálogo, não na repressão, para resolver o conflito.
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A deputada federal Duda Salabert (@duda_salabert) esteve no terminal da Cargill, em Santarém, onde povos indígenas do Baixo, Médio e Alto Tapajós mantêm ocupação há 14 dias. O movimento denuncia o avanço da hidrovia, a dragagem do rio e a inclusão do Tapajós no Programa Nacional de Desestatização sem a realização da Consulta Prévia, Livre e Informada, prevista na Convenção 169 da OIT.
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A cada travessia, bois e vacas morrem em navios superlotados e insalubres. Desde 2020, mais de 2,3 mil animais perderam a vida durante o transporte marítimo. Os dados são informados pelas próprias empresas, sem fiscalização efetiva do Estado. Isso não é exceção. É sistema. ✍️ Assine a petição pelo fim da exportação de gado vivo link na bio e nos stories.
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Alter do Chão foi palco, hoje, de uma série de mobilizações em defesa do Rio Tapajós. A Barqueata de Resistência e atos realizados na orla reuniram moradores, lideranças indígenas e movimentos sociais contra a dragagem e projetos que podem levar à privatização do rio, transformando-o em corredor para o escoamento de commodities. Os manifestantes alertam que as intervenções colocam em risco a qualidade da água, a pesca, o turismo comunitário e os modos de vida tradicionais.
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EXCLUSIVO Denúncias feitas por protetores e ativistas da causa animal levantam questionamentos sobre a condução de casos de esporotricose em Belém. Segundo os relatos, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) estaria sugerindo eutanásia de animais diagnosticados com a doença mesmo quando haveria possibilidade de tratamento. Protetoras afirmam já ter recuperado dezenas de gatos com acompanhamento adequado e criticam a falta de suporte público, como o fornecimento de medicamentos.
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Uma estrutura da mineradora Vale se rompeu na região entre Congonhas, Ouro Preto e Pires, em Minas Gerais, provocando alagamentos e levando à paralisação das operações da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). O incidente ocorreu exatamente seis anos após o crime ambiental de Brumadinho, reacendendo o medo e a indignação em uma região marcada por tragédias da mineração.
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AMAZÔNIA NA TELONA Christiano Braga, supervisor de Audiovisual e Economia Criativa da Embratur (@embraturbrasil), conversou com o Amazônia no Ar sobre o edital Brasil com S, iniciativa que levou cinco curtas para a Mostra de Tiradentes, com foco na Amazônia, suas histórias, cultura e modos de vida. A proposta usa o cinema para fortalecer a imagem do Brasil no mundo. Christiano explica que a ideia é mostrar o bioma além dos estereótipos, a partir do olhar de quem vive na região. A Embratur tamb
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MOSQUEIRO A jornalista Célia Pinho (@celiapinho) denunciou, nas redes sociais, novos desmoronamentos na orla do Murubira, em Mosqueiro, distrito de Belém. Em vídeo, ela mostra imagens recentes que revelam o avanço da degradação ao longo do calçadão, incluindo áreas que já haviam sido isoladas pela Defesa Civil. Segundo o relato, trechos das praias do Murubira, Porto Arthur e Praia Grande apresentam estruturas comprometidas, com rachaduras e desabamentos. Célia ainda finalizou o vídeo cobrand
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TENTATIVA DE HOMICÍDIO Um assessor da Associação Indígena Tato’a sofreu uma tentativa de homicídio na Terra Indígena Parakanã, no Pará. O veículo em que ele estava foi alvo de dezenas de tiros durante o retorno de uma base de proteção. Segundo a associação, dias antes do ataque o risco já havia sido comunicado a órgãos responsáveis, mas não houve reforço de segurança.
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Cientistas alertam que a pavimentação da BR-319, rodovia que liga Manaus (AM) a Porto Velho (RO), pode ampliar riscos à saúde pública e ao meio ambiente na Amazônia. Uma nota técnica assinada por 13 entidades científicas aponta que as obras na estrada e a exploração de potássio em Autazes (AM) podem interferir em áreas próximas aos rios Purus e Madeira, consideradas reservatórios naturais de vírus e bactérias isoladas.
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O debate sobre o fim da exportação de gado vivo vai além do bem-estar animal. Quando o Brasil envia animais vivos para o exterior, abre mão de empregos, impostos e valor agregado que poderiam ficar aqui. Estudos indicam que encerrar esse modelo pode gerar até R$ 19 bilhões a mais para a economia nacional. Desenvolvimento não precisa passar por sofrimento, nem por perda econômica. O Amazônia no Ar lançou uma petição pelo fim da exportação de gado vivo no Pará.
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O PESSOAL DE MARABÁ CURTIU? 👀 O sertanejo Zezé Di Camargo foi confirmado como atração do Réveillon 2026 de Marabá, no sudeste do Pará, com um cachê de R$ 1 milhão, pago com recursos federais, por meio do Ministério do Turismo. A contratação foi feita sem licitação, por inexigibilidade, modalidade prevista em lei para artistas consagrados, e consta no processo administrativo nº 050505238.000253/2025-44, disponível no site da prefeitura.
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DESMATAMENTO Um levantamento recente aponta o avanço da extração ilegal de madeira dentro de áreas que deveriam funcionar como barreiras contra o desmatamento. O dado escancara não apenas a pressão constante sobre a Amazônia Legal, mas também as falhas na fiscalização e na proteção efetiva desses territórios. O crescimento do crime ambiental nessas regiões ameaça a biodiversidade, fragiliza comunidades locais e compromete o papel da floresta no equilíbrio climático.
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